As palavras de Cristo foram proferidas aos ouvidos de grande número de pessoas. Mas quando Ele Se achava só, sentado sobre o Monte das Oliveiras, Pedro, João Tiago e André foram ter com Ele.
Perguntaram: "Diga-nos quando essas coisas vão acontecer e que sinal haverá de Sua vinda e do fim dos tempos?" (Mt 24:3).
Jesus não respondeu aos discípulos falando em separado da destruição de Jerusalém e do grande dia de Sua vinda. Misturou a descrição dos dois acontecimentos. Houvesse desenrolado perante os discípulos os eventos futuros conforme Ele os via, e não teriam podido suportar esse espetáculo.
Por misericórdia com eles, Jesus misturou a descrição das duas grandes crises, deixando aos discípulos o procurar por si mesmos a significação...Todo esse discurso foi dado, não para os discípulos somente, mas para os que haveriam de viver as últimas cenas da história terrestre.
As perspectivas em nosso mundo são deveras alarmantes. Deus está retirando Seu Espírito das ímpias cidades, as quais se tornaram como as cidades do mundo antediluviano e como Sodoma e Gomorra.
Os habitantes dessas cidades têm sido experimentados e provados. Chegamos a um tempo em que Deus está prestes a punir os presunçosos delinquentes, que se recusam a guardar Seus mandamentos e desprezam Suas mensagens de advertência.
Aquele que tolera por muito tempo os que praticam o mal, concede a todos a oportunidade de buscá-Lo e humilhar o coração diante Dele.
Se já houve tempo em que precisássemos de fé e esclarecimento espiritual, esse tempo é agora. Os que vigiam em oração e esquadrinham as Escrituras diariamente, com o sincero desejo de saber e fazer a vontade de Deus, não serão desencaminhados por qualquer dos enganos do inimigo declarado e revelado.
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