segunda-feira, 22 de julho de 2019

Perda da Vida.

Como seres humanos, conhecemos a realidade da morte. Lemos a respeito dela, convivemos com ela e talvez até tenhamos chegado perto  de enfrentá-la.
             
1 Coríntios 15:26
O último inimigo que será destruído é a morte.


Quem, tendo perdido uma pessoa amada, não sente pessoalmente o quanto a morte é um inimigo poderoso? Por outro lado, os mortos estarão em "boas circunstâncias", caso eles fechem os olhos no Senhor e, em um tempo que pareça apenas um instante, sejam ressuscitados para a imortalidade. "Para o crente a morte não é senão de pouca importância. Para o cristão a morte não é mais que um sono, um momento de silêncio e escuridão".

A vida está escondida com Cristo em Deus, e quando Cristo, que é a nossa vida Se manifestar, então também vós vos manifestareis com Ele em glória.

Os vivos, especialmente os amigos ou familiares do falecido, conhecem a dor e a tristeza após a morte. O fato é que o luto é uma resposta natural e normal à perda. É o sofrimento emocional que vivenciamos quando algo ou alguém que amamos nos é tirado.

O processo do luto não é igual para todos, mas a maioria das pessoas passa por vários estágios. Normalmente, a primeira reação à morte de um ente querido é o choque e a negação, mesmo quando a morte é esperada.

O choque é a proteção emocional por ser subitamente esmagado pela perda e dura de dois a trés meses. Podemos também passar por um momento em que somos constantemente consumidos por pensamentos sobre o ente querido, mesmo durante tarefas comuns. Muitas vezes as conversas se voltam para nossa perda ou para a pessoa querida. Esse período pode durar de seis meses a um ano.

O estágio de desespero e depressão é um longo período de pesar, provavelmente o estágio mais doloroso e prolongado, durante o qual gradualmente aceitamos e lidamos com a realidade da perda.

Nesse estágio, podemos sentir emoções como ira, culpa, arrependimento, tristeza e ansiedade. O objetivo do luto não é eliminar a dor ou as lembranças da nossa perda. No estágio final da recuperação, começamos a ter interesse renovado nas atividades diárias e a exercer nossas funções normalmente. 


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